Câmbio automático ou manual: qual é o melhor?
O salto do automático vai além do número de engrenagens: hoje, esse tipo de transmissão é tão ou mais confiável que o velho câmbio operado pela mão direita. Sim, embora fabricantes não reconheçam, o automático não está imune a defeitos mas isso não tira os méritos dessas caixas.
Além de confiáveis, modernas transmissões automáticas são mais eficientes. O acréscimo do número de marchas e o avanço dos softwares de gestão tornaram as médias de consumo mais que aceitáveis: basta deixar no D (Drive) que a eletrônica faz o resto.
Em alguns casos, na estrada, por exemplo, automáticos são mais econômicos que manuais. Claro que a nova geração de motores, de menor capacidade cúbica, turbocompressor e construção leve, contribuiu muito para a economia. Porém, como diz a máxima repetida nas escolas de Engenharia, “um bom motor melhora o carro, mas uma transmissão ruim pode arruiná-lo”.
O automático passou a ser mais democrático com a forte demanda: ainda é caro, mas não exorbitante como antes. Muitos fabricantes já não oferecem opção do manual e a tendência é de que carros com três pedais saiam de cena com o aumento da frota de elétricos (usam automático de uma marcha) e híbridos. No Brasil, de cada dez carros vendidos em 2021, quatro eram automáticos.
FONTE: Auto Esporte