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Fabricantes nacionais pedem impostos para frear participação chinesa em veículos elétricos no Brasil
Fabricantes nacionais pedem impostos para frear participação chinesa em veículos elétricos no Brasil

Fabricantes nacionais pedem impostos para frear participação chinesa em veículos elétricos no Brasil

27 de setembro de 2023

A Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, fez estudos para mostrar o crescimento das marcas chinesas no Brasil e na América Latina, indicando que esse movimento prejudica os fabricantes brasileiros, que investem no Brasil enquanto os importados recebem isenção de imposto de importação (caso dos elétricos puros).

Trata-se de uma espécie da chamada “guerra preventiva”, termo usado pelos Estados Unidos para justificar a invasão do Iraque e de outros países, e provocar a matança de suas populações com o seguinte argumento: “Se nós não acabarmos com eles, eles (‘supostamente’) acabarão com a gente”.

Assim como nas invasões estadunidenses pelo mundo – obviamente, guardadas as proporções e o poder de fogo – os fabricantes de veículos brigam para que o governo brasileiro passe a taxar os carros elétricos importados, como apoio à uma “guerra preventiva” contra os chineses que estão invadindo pela segunda vez o Brasil (sim, contém ironia!).

Acredite: as montadoras pedem ao governo pagamento de impostos! Um comportamento inédito no setor. O Estudo feito pela Anfavea indica que “a penetração dos carros chineses no mercado brasileiro é crescente desde que caiu, em 2015, a proteção do imposto de importação de 35%, reduzido a zero para carros elétricos e a 2% ou 4% para híbridos”. Ora, isso mostra que a isenção funcionou, já que ela foi determinada justamente para que o segmento se desenvolvesse.

É preciso lembrar que a isenção do imposto não é só para os chineses, mas para todos os carros elétricos, inclusive aqueles trazidos pelas montadoras instaladas no Brasil. Portanto, há total isonomia entre os importadores e os fabricantes brasileiros. Não há proteção aos chineses, cujas marcas, a propósito (em grande parte), estão investindo no Brasil com fabricação local anunciada para os próximos anos.

A isenção, portanto, é saudável e necessária, pelo menos por enquanto, para que os carros elétricos (chineses e não chineses) conquistem uma parcela do mercado e permitam que o consumidor brasileiro tenha acesso à tecnologia que, queiramos ou não, está dominando o mundo. A gritaria dos fabricantes é tão extemporânea como a verificada na primeira “guerra preventiva” declarada pela Anfavea, por volta dos anos 2000.

Na época, mesmo com todo o entusiasmo do empresário Sérgio Habib com a JAC, e a presença de pelo menos mais cinco marcas chinesas no mercado, entre elas Chery, Lifan, Effa e VN Auto, todo o volume de vendas de carros chineses – que os fabricantes chamavam de “Invasão Chinesa”, não chegava às vendas totais da velha (e já carcomida) perua Kombi.

Tal como naquela época, os números revelam que a participação dos chineses é irrisória. Em 2022, mesmo com o expressivo crescimento de 197%, as vendas totais de carros 100% elétricos foi de 8.498 unidades, esse número é menor do que o dos 50 (cinquenta) carros mais vendidos no ano: o quinquagésimo colocado, a Nissan Frontier, teve 8.669 licenciamentos. E o líder do ranking, a picape Strada, vendeu 13 vezes mais do que todo o segmento de elétrico puro.

Não é só aqui que os fabricantes ocidentais estão perdendo mercado para os chineses. Na própria China, que até recentemente era dominada por marcas estrangeiras, as ex-chinglings estão dando a volta por cima.

Conforme destaca o jornalista Homero Gotardello em sua coluna desta semana no site Autoinforme, as joint ventures (associação de empresas chinesas com fabricantes ocidentais como VW e GM) detinham 80% das vendas há dez anos, enquanto uma dúzia de marcas chinesas (Chery, Changan, BYD) mal dividiam 20% restante. Hoje essa proporção virou, por causa especialmente dos modelos a bateria. Os modelos Volkswagen produzidos na China lideraram as vendas no país nas últimas décadas, chegando a 17% de participação. Hoje a líder é a BYD, que no segundo trimestre deste ano vendeu 600 mil híbridos e elétricos e abocanhou 11,2% do mercado.

Com participações residuais nas últimas décadas, marcas 100% chinesas passaram a ocupar lugar de destaque no mercado interno. Além da BYD, Changan, Geely e Wulling estão nas Top Ten em 2023.

FONTE: Motor 1

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